Professora Ingrid 2010

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Quem sou eu

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Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brazil
Magistério com habilitação em Séries Iniciais e Pré-escola (SP), Pedagogia e Psicologia da Educação (FURG), Pós-graduanda em Psicopedagogia, Mestra em Educação Ambiental com abordagem na Cultura Afro-brasileira e Artes (FURG) e ex-graduanda do Curso de Letras- Português (FURG). Estudei piano e teoria musical na Conservatório de Música do Rio de janeiro e Rio Grande. Aprendi instrumento de sopro/metal e flauta doce. Funcionária Pública Estadual e Municipal com experiência em Gestão Escolar, Supervisão Escolar, Docência, Educação Especial e EJA. Experiência no setor privado como Bancária e Secretária. Realização de projetos, como: Coral de adultos e infanto Juvenil; confecção de artesanato em geral;Coordenadora de acampamentos para crianças e jovens, adultos e idosos; recreação para crianças, jovens, adultos e idosos; música; dança;projetos sociais; palestras com diversos temas apresentados em vários Estados Brasileiros, América Latina e na Europa/Alemanha;Apresentadora de Programa de Rádio.Assessora Pedagógica das Relações Étnico-Raciais SMED/Rio Grande-RS.

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sábado, 27 de junho de 2009

Por que sentimos mais fome no inverno?

Por que sentimos mais fome no inverno?
No Brasil, inverno não é tão rigoroso a ponto de o nosso corpo precisar de mais energia para manter o equilíbrio térmico
Eliza Kobayashi (novaescola@atleitor.com.br)


Um saboroso e quente fondue de queijo.
Só de ver, já dá vontade de comer.
Foto: Bia Parreiras. Clique para ampliarMuitas pessoas creem que, no inverno, comemos mais porque precisamos repor a energia gasta para manter estável a temperatura interna do corpo. “Em parte, isso é verdade”, confirma Monica Inez Elias Jorge, nutricionista do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP. Porém, a especialista esclarece que o inverno brasileiro não é tão rigoroso a ponto de exigir grandes esforços de nosso organismo para manter o equilíbrio térmico. Então por que, mesmo assim, sentimos vontade de comer mais durante essa época do ano? “Nosso país não tem longos meses de frio, mas temos, sim, alguns dias de queda mais elevada nas temperaturas. E, de fato, nesses dias as pessoas sentem vontade de comer mais”, afirma. Para ela, a principal razão está relacionada à sensação de bem estar que a comida gera em nosso corpo. “Quando comemos, produzimos calor para a transformação e a digestão dos alimentos, o que nos dá uma sensação de conforto térmico”. Mas isso não tem a ver com a necessidade de reposição de energia. A nutricionista explica que não basta nos aquecermos somente de fora pra dentro. Por mais que nos agasalhemos bem, sentimos necessidade de gerar calor de dentro para fora. E acabamos buscando isso nos alimentos. “Muitas vezes nem estamos com fome, mas procuramos ingerir bebidas e alimentos quentes para nos sentirmos aquecidos”, acrescenta.

Mais sobre alimentação

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Percorra com a turma os caminhos do colesterol
Explore o modo como o açúcar é processado no organismo
Outra tendência que temos no inverno é a de comer alimentos mais calóricos e ricos em gordura. “Provavelmente isso está ligado a questões culturais, pois em outras épocas a estação do frio estava relacionada à escassez de alimentos. Não era possível armazenar verduras e frutas, então a ideia era utilizar os alimentos disponíveis. E o que as culturas antigas conseguiam fazer era matar animais e conservar sua carne em sal, guardando-a para o inverno. Isso foi ficando como herança cultural, passando de geração para geração”, explica Monica. Além disso, no frio, acabamos dando preferência às preparações culinárias quentes, que, em geral, são à base de alimentos mais ricos em gordura. “Quase sempre optamos por sopas mais elaboradas e calóricas, fondues ou carnes com molhos quentes, deixando de lado as saladas e as frutas”. No entanto, se isso passar a ser um hábito, pode ameaçar seriamente a saúde do nosso corpo. “O exagero na ingestão de alimentos ricos em gordura pode provocar aumento no nível de colesterol, e pratos mais salgados ou mais temperados podem levar a uma elevação na pressão arterial”, alerta a nutricionista.

Para evitar o desequilíbrio na alimentação, Monica dá algumas dicas para que continuemos ingerindo frutas e verduras durante o inverno. “Podemos preparar caldos com verduras, assar frutas com pouca água – sem jogá-la fora na hora de consumir, senão os nutrientes vão embora – e jogar canela por cima ou ainda fazer saladas com legumes quentes”.

sábado, 20 de junho de 2009

Meu aniversário!

Adorei o meu aniversário! Não fiz convite especial, apenas esperei em casa que iria se lembrar e que maravilha! Saiu uma baita festa! Obrigada pessoal!


terça-feira, 25 de novembro de 2008

Fotos do CHURRASCO da turma 41 - Tamandaré




Churrasco gaúcho da turma 41 - Tamandaré

Esta atividade foi planejada desde o início do ano. Com isso, trabalhamos noções de economia; estratégias de vendas; consumo consciente e saudável; controle da ansiedade; trabalho e decisões em equipe para o bem comum da turma; argumentação; verificação dos resultados, entre outros aspectos envolvendo a área de filosofia e sociologia.

Após várias tarefas desenvolvidas durante o ano, como montagem de uma cantina pela própria turma para o próprio consumo e assim encrementar o caixa idealizado pela turma, utilizando-se dos recursos como rifas, foi possível arrecadar valor suficiente para escolher ao final do ano o que a turma gostaria de fazer, como: passeio, festinha de formatura, visita a museu, cinema, etc. E o que a turma resolveu foi fazer um churrasco

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Mais fantasiados!!!




Feira de Ciências - Tellechea





Olha que maravilha!!!!!!!!!!

A alegria faz parte do bem viver...


Procuro de todas as formas que posso e conheço incentivar meu aluno a sentir o prazer de viver. Sem motivar-se para qualquer coisa que queira fazer, sem sonhar, sem entusiasma-se, nada faz sentido ou tem graça.
Elogio o tempo todo o que é bem feito, o que melhorou, o que pode ser melhorado. É claro que junto com o elegio, vem a crítica, apresento limites, disciplina para que meus alunos possam crescer em todos os aspectos da vida ouvindo sim e não; está bom, está ruim; agiu bem, agiu mal... Aproximo-me ao máximo que posso da família para que possamos juntos plantar as sementes e colher os frutos de boa qualidade no futuro, sem perder o profissionalismo.
A experiência docente para mim é uma das minhas maiores alegrias e tenho certeza que os que convivem comigo percebem isso, acho até que contagio alguns. Insisto em dizer que não é o salário e nem mesmo as poucas condições de trabalho que me alegram ou me entristecem para exercer a minha profissão. Busco formas para que eu tenha sempre a alegria de ir e voltar no dia seguinte para o meu trabalho e isso é a minha alegria de bem viver.
Seria muito bom ter salário melhor, valorização da categoria, reconhecimento do empenho do professor, mas se eu me fixar nisso, não dará para ter alegria, não farei o meu melhor, por isso... Sigo em frente... Afinal... Foi a profissão que escolhi e não estou arrependida ainda!!!!!!!!
Espero que consiga passar essa lição para os meus, tantos alunos, quantos colegas coordenados por mim. Procuro viver assim, com alegria em tudo que faço, e quando meu sorriso sai, sai fácil, fácil... por isso digo e desafio meus alunos: SONHEM! ALEGREM-SE! ENTUSIASMEM-SE! MOTIVEM-SE!

Isso é um exercício, exige persistência. É o que faço.

Um abraço...