Professora Ingrid 2010

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Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brazil
Magistério com habilitação em Séries Iniciais e Pré-escola (SP), Pedagogia e Psicologia da Educação (FURG), Pós-graduanda em Psicopedagogia, Mestra em Educação Ambiental com abordagem na Cultura Afro-brasileira e Artes (FURG) e ex-graduanda do Curso de Letras- Português (FURG). Estudei piano e teoria musical na Conservatório de Música do Rio de janeiro e Rio Grande. Aprendi instrumento de sopro/metal e flauta doce. Funcionária Pública Estadual e Municipal com experiência em Gestão Escolar, Supervisão Escolar, Docência, Educação Especial e EJA. Experiência no setor privado como Bancária e Secretária. Realização de projetos, como: Coral de adultos e infanto Juvenil; confecção de artesanato em geral;Coordenadora de acampamentos para crianças e jovens, adultos e idosos; recreação para crianças, jovens, adultos e idosos; música; dança;projetos sociais; palestras com diversos temas apresentados em vários Estados Brasileiros, América Latina e na Europa/Alemanha;Apresentadora de Programa de Rádio.Assessora Pedagógica das Relações Étnico-Raciais SMED/Rio Grande-RS.

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domingo, 17 de janeiro de 2010

POLÍTICA DE COTAS NAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE ENSINO SUPERIOR

Veja como é a política de cotas em 41 instituições públicas de ensino superior
em: 20/11/09

Veja como é a política de cotas em 41 instituições públicas de ensino superior Veja como é o sistema de cotas para negros em 41 instituições públicas, segundo levantamento divulgado no "Manifesto em defesa da justiça e constitucionalidade das cotas". O levantamento foi elaborado pelo professor José Jorge de Carvalho, da UnB (Universidade de Brasília). Segundo os dados pesquisados por Carvalho, das 249 instituições públicas brasileiras, 93 (37,3%) já oferecem ações afirmativas, como bônus na pontuação das provas ou cotas raciais ou para alunos de baixa renda ou provenientes de escolas públicas. Dentre essas instituições, 67 (26,9% do total) oferecem cotas voltadas a negros e indígenas. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 6,5% da população é preta (denominação utilizada pelo instituto). Para o pesquisador, as três universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) formam o "grupo mais hostil" às cotas. "A pior situação de um jovem negro no Brasil é morar em São Paulo, porque as principais universidades [USP (Universidade de São Paulo), Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas)] não têm cotas", diz Carvalho. Confira a lista: UFPA (Universidade Federal do Pará/PA): 50% para candidatos de escolas públicas, destes 40% para pretos e pardos UnB (Universidade de Brasília/DF): 20% para negros e 10 vagas para indígenas UFG (Universidade Federal de Goiás/GO): 10% para candidatos de escolas públicas, 10% para negros de escolas públicas UFMA (Universidade Federal do Maranhão/MA): 25% para candidatos de escolas públicas, 25% para negros de escolas públicas, 1 vaga para indígena e 1 vaga para deficiente físico em cada curso Ufal (Universidade Federal de Alagoas/AL): 20% para negros de escolas públicas, e destes, 40% para homens e 60% para mulheres Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia/BA: 50% para candidatos de escolas públicas, destes 60% para afrodescendentes; e 5% para indígenas UFBA (Universidade Federal da Bahia/BA): 45% para candidatos de ensino médio público, sendo 2% para indígenas, 37,5% para negros e 5,5% para outros candidatos de ensino médio público UFS (Universidade Federal de Sergipe/SE): 50% para candidatos de escolas públicas, 70% destes para negros e pardos e indígenas, 1 vaga suplementar para portadores de necessidades especiais UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano/BA): 45% para candidatos de ensino médio público, sendo 2% para indígenas, 37,5% para negros e 5,5% para outros candidatos de ensino médio público UFSJ (Universidade Federal de São João Del Rey/MG): 50% para candidatos de escolas públicas, destes 46% para pardos, pretos e indígenas UFJF: Universidade Federal de Juiz de Fora/MG: 50% para candidatos de escolas públicas, e destes 25% para negros Unifesp (Universidade Federal de São Paulo/SP): 10% de vagas negras, prioritariamente para negros de ensino médio público; se não houver preenchimento, completar com outros candidatos de escolas públicas UFSCar (Universidade Federal de São Carlos/SP): 20% para candidatos do ensino médio público, sendo 35% destes para negros e 01 vaga não cumulativa por curso para indígenas, progressivamente até 2014 UFABC (Universidade Federal do ABC/SP): 50% para candidatos de escolas públicas, e destas, 28,3% para negros e 0,1% para indígenas UFPR (Universidade Federal do Paraná/PR): 20% para negros, 20% para candidatos de educação básica pública, 10 vagas para indígenas UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina/SC): 20% para candidatos de educação básica pública, 10% para negros, prioritariamente de educação básica pública, 6 vagas para indígenas em geral e 120 vagas de licenciatura intercultural para os Kaingang, Xokleng e Guarani Instituto Federal de Santa Catarina/SC: 50% para escolas públicas, 10% para negros prioritariamente de escolas públicas UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul/RS): 30% para candidatos de escolas públicas, sendo metade para negros UFSM (Universidade Federal de Santa Maria/RS): em 2009, 20% para candidatos de escolas públicas brasileiras, 11% para negros, 5% para deficientes físicos e 8 vagas para indígenas Unipampa (Universidade Federal do Pampa/RS): em 2008, 30% para candidatos de escolas públicas, 10% para negros, 6% para deficientes físicos e 4 vagas para indígenas ESTADUAIS UEMT (Universidade Estadual do Mato Grosso/MT): 25% para negros de escolas públicas ou privadas com bolsa UEA (Universidade do Estado do Amazonas/AM): 80% para estudantes do Amazonas que não tenham curso superior completo nem o estejam cursando em instituição pública de ensino, destes, 60% para candidatos do ensino médio público Unemat (Universidade do Estado de Mato Grosso/MT): 25% para negros de escolas públicas ou privadas com bolsa UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul/ MS): 30% para candidatos de escolas públicas, e destes, 20% negros e 10% para indígenas UEG (Universidade Estadual de Goiás/GO): 20% para negros, 20% para candidatos de escolas públicas, 5% para deficientes e/ou indígenas Fundação de Ensino Superior de Goiatuba/GO: 10% para candidatos de escolas públicas, 10% para negros e 2% para indígenas e portadores de deficiência Uncisal (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas/AL): 10% para candidatos de escola pública e 5% para negros também egressos de escola pública Uneb (Universidade do Estado da Bahia/BA): 40% para afrodescendentes do ensino médio público UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana/ BA): 50% para candidatos de escolas públicas e, dessas, 80% para negros Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz/BA): 50% para candidatos de ensino médio público, dessas 75% para negros, 02 vagas para índios ou quilombolas em cada curso Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/ BA): 50% para candidatos de escolas públicas, destes 70% para negros UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais/MG): 20% para afrodescendentes, 20% para candidatos de escolas públicas, 5% deficientes físicos e indígenas, todos com baixa renda Unimontes (Universidade Estadual de Montes Claros/MG): 20% para afrodescendentes, 20% para candidatos de escolas públicas, 5% deficientes físicos e indígenas, todos com baixa renda UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro/RJ): 20% para escola pública, 20% para negros e 5% deficientes físicos ou indígenas ou filhos de policiais mortos em serviço - até R$ 630 per capita Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense/RJ): 20% para escola pública, 25% para negros e 5% deficientes físicos ou indígenas ou filhos de policiais mortos em serviço - até R$ 630 per capita Uezo (Centro Universitário Estadual da Zona Oeste/RJ): 20% para escola pública, 20% para negros e 5% deficientes físicos ou indígenas ou filhos de policiais mortos em serviço - até R$ 630 per capita Uespi (Universidade Estadual do Piauí/PI): 5% para candidatos de escolas públicas e 5% para negros Faetec (Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio de Janeiro/RJ): 20% para candidatos de escolas públicas, 20% para negros e 5% deficientes físicos ou indígenas ou filhos de policiais mortos em serviço - até R$ 630 per capita Centro Universitário de Franca/SP: 20% para negros, 5% para candidatos de escolas públicas e 5% para deficientes UEL (Universidade Estadual de Londrina/PR): até 40% para candidatos de escolas públicas, destas até metade para negros, dependendo da demanda, e 6 vagas para indígenas UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR): 25% para candidatos oriundos de escolas públicas, 8% para candidatos negros de escolas públicas e 6 vagas para grupos indígenas do Estado do Paraná.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/11/20/ult105u8908.jhtm

Um comentário:

beth35.linda disse...

desejo saber o que fazer para concorrer a vaga da cota indigena na ufal ja que no edital so fala dos afro.